terça-feira, julho 19, 2005

Uma senhora pediu-me um poema de amor. Não de amor por ela, mas «de amor, de amor». Alexandre O'Neil


M.C. Escher

1 Comments:

Anonymous Sérgio said...

(...)
Tu que falaste de amor. Porque o amor é isto:
um descanso impossível, um além em [perpétuo
desafio, uma viagem nova
a seguir a cada jornada insuficiente.
(Que vida seria nossa vida, se tudo engendrasse tudo, menos a fome de outras [vidas?)
(...) isto é o amor [que te
secava as carnes
como o sol seca os ervais em janeiro.
Isto o amor. Seguir a tua forma inacabada,
sonâmbula por todos os corredores da morte.


Josefina Plá

4:07 da manhã  

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